ENTREVISTA COM CESAR MILLAN

ENTREVISTA COM O ENCANTADOR DE CÃES

 "O Cão é reflexo do estado de espírito do dono", explica Cesar Millan, estrela do seriado


 Como você se prepara para cada caso mostrado no programa?

Cesar Millan: Bom, a verdade é que nunca sei o que vai acontecer em cada caso. A produção só me diz que horas vamos gravar e os produtores mesmos é que assistem os vídeos e selecionam os cães para cuidar.

Prefiro não saber nada assim tenho a surpresa, quero experimentar o momento em que conheço o cachorro e ele conhece a mim. Isso é importante porque dessa forma eu avalio o presente, o que acontece naquele momento, e não o que foi gravado e enviado no vídeo. Assim eu consigo manter um relacionamento fresco e sincero. Um problema comum é que muitos de meus clientes vivem pensando no passado ou projetando o futuro e deste jeito eu consigo fazê-los pensar no agora, no presente.

Por outro lado, me preparo fisicamente, faço caminhadas todas as manhãs e sempre levo comigo um grupo de cinco ou seis dos meus cachorros para me ajudar. Não sei se o cão que vou cuidar está ansioso, nervoso ou o que seja, então levo um dos meus que vai me ajudar a definir isso.

Qual foi o caso mais difícil que você lidou?

Cesar Millan: Meus casos mais difíceis são sempre com as pessoas, não os animais. A pessoa demora a entender que precisa tratar o cão como animal e não como um ser humano.

O cão deseja apenas ser feliz, agir naturalmente e muitas vezes o obstáculo que o impede não é a agressividade, medo ou ansiedade, mas sim o fato de que o dono não quer que o cachorro seja um cachorro.

Você acredita que os animais se comunicam pela energia e que podem, de certa maneira, serem reflexos do estado de espírito de uma pessoa?

Cesar Millan: Claro, absolutamente. O cão expressa como você se sente, mas não por palavras. Se há tensão na casa o cachorro fica tenso, se há medo ele fica com receio e da mesma forma com sentimentos positivos. Mas ele não nasce sabendo isso, ele aprende na sua casa.

Por isso, quando vou à casa de uma pessoa sei que ela vai me contar uma história, que pode ser real ou não, mas o cachorro vai me contar a verdade.

Uma vez, um mexicano chamado Ernesto foi mordido por um cachorro na Cidade do México. Ele se mudou para os Estados Unidos, criou uma família e os filhos queriam um cachorro. Como ele morria de medo de cães, veio me pedir ajuda e explicou que tinha "medo de qualquer tipo de cachorro, até chihuahuas.

O que fiz? Coloquei ele no meio de um monte de cachorros. Como todos estavam treinados foram brincalhões, caso contrário sentiriam o mesmo medo de Ernesto e o teriam atacado. É como a natureza funciona.

Muitos treinadores concordam com você que é importante trabalhar a energia do animal. Porém, muitos são contra os seus métodos, consideram eles muits fortes e repressivos. Por exemplo, poucas vezes se vê no programa você premiando os cães com biscoitos ou coisa do tipo. O que você acha sobre isso?

Cesar Millan: O caso é que há diferentes formas de premiar um cachorro. Realmente é um costume premiar com um biscoito quando ele faz algo que desejamos.

O problema é que aqui na América os cães são estimulados exageradamente e assim não conseguem ter uma mente tranquila e relaxada. Por isso também é bom premiar com relaxamento e amor, sem a excitação. Não quer dizer que não se está fazendo algo de bom para o cachorro, mas sim que algo está sendo feito de forma pacífica. O cão sente sua energia, ele sabe que você está feliz por causa do que ele fez.

A maioria dos meus casos no programa envolve cães agressivos, hiperativos, nos quais premiar com empolgação pode ser um equívoco.

Recentemente ajudei uma professora de psicologia que tinha problemas para lidar com dois chihuahuas. Sabe qual era o problema? Carinho em excesso. Você pode desequilibrar totalmente um cão ao lhe dar muito afeto e torná-lo agressivo.

Você acha que nasceu com um dom para lidar com cães?

Cesar Millan: Quando eu nasci eu vivi com uma pessoa que tinha esse dom, que foi meu avô. Ele morava no rancho e não explicava muitas coisas, mas havia muito para ver e aprender com ele.

E eu acho que levei o conhecimento dele a um nível superior: ele lidava com grupos de sete, oito, dez cães no máximo, já eu faço o mesmo com 30, 40, 50 cachorros.

Acredito que o dom que Deus me concedeu foi ter um avô como ele.

Por que você decidiu fazer programas de televisão?

Cesar Millan: Eu já tinha um comércio estabelecido no sul de Los Angeles, um lugar de poucos recursos. Mesmo assim chegavam a mim para cuidar cachorros de Beverly Hills, Bel Air, cachorros cheios de dinheiro, alguns até chegavam em limusines.

Essas pessoas começaram a falar bem do meu trabalho e logo começaram a chegar ligações de Nova Iorque, cartas do Canadá, Inglaterra, Irlanda, Escócia e outros lugares. Nunca fiz propaganda e ainda cobrava barato pelo serviço, mas com isso fui ganhando a confiança dos Estados Unidos.

Na época eu estava ilegal no país, mas tive a vantagem de então já ter como amiga Jada Pinkett Smith [atriz e esposa do ator Will Smith] que me recomendou aprender a falar inglês e me mandou uma professora para ensinar o idioma.

Meses depois fui entrevistado por uma pessoa do [jornal] Los Angeles Times que perguntou o que eu gostaria de fazer agora que já era amigo de diversas celebridades. Eu disse: "gostaria de ter um programa de televisão". A frase foi publicada em uma edição de domingo e na segunda já havia produtores querendo saber como seria o show.

O que você acha de centros estéticos e spas para cães e outros animais?

Cesar Millan: O melhor é que, obviamente, um cão balanceado, equilibrado, seja levado a um lugar desses, mas de maneira geral a experiência é mais para o ser humano. A pessoa é que está ganhando com isso - muitas vezes são pessoas que não levam o cachorro para passear ou algo do tipo e levando a um salão de beleza tiram um pouco do sentimento de culpa.

Eu corto pêlos de cachorros e sei como é importante a estética. O cão se sente melhor e as pessoas ao redor vão preferir se relacionar com um cão limpo e bem cuidado.

Mas qualquer coisa além disso já não interessa ao cachorro. Ele não sabe o valor das terapias aromáticas, por exemplo.

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PRIMEIROS CUIDADOS COM FILHOTES DE GATOS



1.EXAME DE FEZES : A partir de 25 a 30 dias de idade, ou no momento da primeira consulta, SEMPRE antes do início do esquema de vacinação, para proceder os cuidados necessários de vermifugação, preparando o seu filhote para a vacinação.


2.VERMIFUGAÇÃO: Após resultado do exame de fezes ou antes caso necessário. Pode-se iniciar a vermifugação com 30 dias de idade, repetindo após 15 dias e depois novo ciclo no final do esquema de vacinação. Lembrar-se de que a dose é calculada de acordo com o peso do animal.


3.VACINAÇÃO: Em animais saudáveis e vermifugados, após a introdução ao ambiente definitivo e quando já estiver se alimentando normalmente de ração, evitando sempre coincidir com situações de estresse.


PRIMEIRA DOSE: Em torno de 45 a 60 dias de idade – Vacina Quádrupla


SEGUNDA DOSE: 30 dias após – Reforço da Vacina quádrupla


TERCEIRA DOSE: 30  dias após – Última dose da vacina quádrupla e Vacina Anti-rábica. Normalmente termina-se o esquema de vacina em torno do quarto/quinto mês de vida. Lembrar-se sempre que se deve fazer o reforço anual em dose única.


4.EXAME PARA FAIDS/LEUCEMIA FELINA. Indica-se o exame para gatos de origem desconhecida ou cujos pais tenham acesso á rua. Pode ser feito a partir de 2 meses de idade.


5.PREVENÇÃO DE ECTOPARASITAS (PULGAS E CARRAPATOS): Pode-se iniciar a partir de 30 dias de vida de acordo com o produto escolhido e a freqüência dependerá da exposição e do produto.


6.CASTRAÇÃO PRECOCE: Quando a opção é pela não reprodução deve-se instituir a castração precoce das fêmeas a partir do quinto mês de vida, principalmente para  prevenir o tumor de mama e os transtornos do cio. Nos machos tem indicação para prevenir marcação de território com a urina e saídas á rua.


7.ALIMENTAÇÃO: Ração de filhotes até 10 a 12 meses de vida (de acordo com a raça), depois ração de adulto e se for o caso, ração light (para gatos obesos) e ração sênior (animais senis).


8.BANHOS/ESCOVAÇÃO DOS PELOS: De acordo com a raça e particularidades de pele/pelo, podendo no caso de filhotes sadios iniciar a partir de 45 dias de vida. A freqüência dependerá da necessidade.


9.CUIDADOS COM DENTES: Deve-se condicionar o seu animal a escovação dos dentes a partir do segundo mês de vida.


10. SOROLOGIA PARA TOXOPLASMOSE: Indica-se para gatos de origem desconhecia, com acesso á rua ou que se alimenta de caça e/ou carne crua, principalmente quando do contato com mulheres em idade fértil.

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TROCA DE PELOS EM CÃES

"Todos cães fazem troca de pelos e os de pelo curto (que não precisam ser tosados) perdem muito mais..."


*Raças de pelo curto como Pinscher, Wippet, Beagle, Fox Paulistinha, Weimaraner, Pointer, Pug, Labrador entre outras perdem muitos pelos.


*Raças de pelo parcialmente longo e que tem um sub pelo denso como Pastor Alemão, Husky Siberano, Chow Chow, Akita e Samoieda também perdem bastante pelos.



*Por incrível que pareça as raças que vão dar menos trabalho com queda de pelo são aquelas de pelo longo e que precisam ser tosadas regularmente, pois tem pelo de crescimento contínuo. Poodle, Maltes, Yorkshire, Lhasa Apso, Shih Tzu, Bichom Frise são exemplos de cães que praticamente não perdem pelo em nenhuma época do ano.


Normalmente todas as raças fazem duas trocas sazonais (duas vezes por ano, trocando o pelo de inverno e o pelo do verão). Essas trocas deveriam ocorrer na primavera e no outono. Como vivemos em um país tropical onde as estações do ano não são bem definidas eles perdem pelo o ano todo, mas você deve observar um aumento da intensidade nos meses de abril/maio e setembro/outubro.


Nesses casos de trocas sazonais o animal não apresenta falhas, coceiras ou feridas na pele. Conforme o pelo mais velho vai caindo o pelo novo da nova estação já vai substituindo os espaços e assim não vemos nenhuma falha na pelagem.
Outras causas de troca de pelo podem ser por estresse, alguma doença sistêmica, desnutrição ou dieta inadequada, infecções de pele por parasitas (pulgas e carrapatos que induzem a coceira) ou mesmo infecções bacterianas, sarnas e fungos. Em todos esses casos o animal vai apresentar alguma falha de pelo localizada ou generalizada.


Quando a troca é sazonal (normal), banhos semanais e escovações diárias podem ajudar agilizando a troca de pelo e diminuindo o tempo para que isso ocorra.
Assim quando for optar por um animal de estimação onde a presença de pelos pela casa pode incomodar ou mesmo desencadear casos de alergia, procure dar preferência para os animais que precisam ser tosados (pelos longos de crescimento contínuo). Apesar de dar mais trabalho na manutenção da pelagem com escovações e tosas mais frequentes, você perceberá muito menos pelos dispersos pela casa e grudados nos sofás e roupas…..


Com os gatos, podemos considerar que todos perdem pelos o ano todo. O que pode ocorrer é que pelo fato de se limparem e se lamberem constantemente na sua higienização diária, podemos observar menos pelos pela casa em alguns casos. Ai o problema passa a ser as famosas “bolas de pelo”….

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DICAS DE ALIMENTAÇÃO PARA SEU CÃO

Que tipo de comida?



Se você puder escolher entre comida caseira ou ração, logicamente o melhor alimento é a RAÇÃO porque é um alimento cientificamente desenvolvido e calculado com base nas necessidades nutricionais e alimentares dos cães. A comida feita em casa não tem grande parte dos nutrientes necessários para manter o cão em boas condições de saúde, sendo que se utilizada será necessário dar ao cão também diversos suplementos para suprir as deficiências, o que acaba por ser caro, dar mais trabalho e não garantir uma dosagem correta.


 Também os condimentos usados na nossa alimentação são muitas vezes prejudiciais à saúde do cão. A ração pode e deve ser utilizada como a única fonte de alimentação do cão, pois têm todos os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento, além de componentes específicos para manter sua boa aparência.


Mas como escolher uma ração de boa qualidade?


           Bom! Se você desse a uma criança a oportunidade de escolher sua dieta esta com certeza se consistiria basicamente de chocolate e frituras. Do mesmo modo se você der ao animal a chance de escolher a dieta, logicamente a escolha não seria das melhores, pois assim como os humanos a comida de que os cães mais gostam não é, necessariamente, a mais saudável. Uma ração não é boa só porque o cão a devora vorazmente, isso também pode acontecer caso ele precise de mais nutrientes do que tem sido fornecido, o cão pode estar de barriga cheia, mas não alimentado. De fato um animal consumindo uma ração altamente digestível vai precisar de menos quantidade de ração do que um consumindo uma ração pouco digestível, assim para manter um certo nível de saúde, um animal necessita comer mais gramas por dia de ração barata do que de ração cara. Em outras palavras se você der mais quantidade de ração barata você vai precisar comprar mais quantidade de ração, logo não estará economizando.



Uma dieta pode estar alta em calorias e deficiente em aminoácidos (proteínas), ácidos graxos essenciais, vitaminas e minerais.
O termo "alto nível de proteína" também pouco significa, visto que de nada adiantaria fornecer a seu cão uma ração com alto teor de proteína, mas sem valor nutritivo algum. Olhe os ingredientes. A verdade é que uma ração de boa qualidade não é barata, exatamente porque os ingredientes desta ração tem alto custo. Por exemplo: clara de ovo é altamente digestível e tem excelente valor nutritivo, mas é cara, então a maior parte das rações não tem clara de ovo. Milho e soja, por outro lado, fornecem nutrientes de reserva para cães e são relativamente baratos, assim são ingredientes básicos da maioria das rações.
E será que não seria igualmente eficiente uma ração com base em vegetais? Não! Pense no seguinte: Se o seu cão estivesse perdido e sozinho procurando por comida, você o encontraria num campo de milho ou soja procurando comida? Claro que não. Um cão morreria de fome numa plantação de milho.


RAÇÃO DE MÉDIA QUALIDADE
1 - Ingrediente principal: milho, trigo, arroz ou soja
2 - Baixo custo
3 - Digestibilidade ineficiente
4 - Alta produção de fezes 
5 – Fezes com forte cheiro
6 - Maior quantidade necessária para satisfazer o animal.
7 - Geralmente é promovida como "parece com carne de verdade", contém corantes com cores interessantes para atrair a atenção do dono, já que os cães não enxergam em cores.


RAÇÃO DE BOA QUALIDADE
1 - Ingrediente principal: carne, ovelha, peixe, galinha.
2 - Alto custo.
3 - Alta digestibilidade.
4 - Baixa produção de fezes.
5 – Fezes com pouco odor
6 - Menor quantidade para satisfazer o animal.
7 - Geralmente não tem corante para melhorar a aparência e não é promovida por anúncios duvidosos.


Não podemos modificar as necessidades nutricionais de criaturas cuja fisiologia e anatomia se desenvolveram por milhares de anos baseada em predação - cães são carnívoros. Seria mais conveniente e mais barato para nós se fossem herbívoros, mas não são. Seu cão vai se beneficiar mais por quilo de ração a base de carne do que a base de vegetais.Portanto para escolher uma ração adequada a seu cão em primeiro lugar se deve analisar a embalagem e o comportamento do cão após o consumo.Os sinais mais evidentes de uma nutrição pobre são pele seca e flácida, pelagem falhada e áspera, queda constante de pêlos, abundância de fezes e/ou com consistência mole, além de forte mau cheiro.


"Lembre-se de que ao prover uma boa alimentação a seu cão estará não só dando-lhe uma boa qualidade de vida, mas também cuidando de sua aparência, economizando preventivamente em cuidados com sua saúde e demonstrando amor."

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CALENDÁRIO PET 2012

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PROJETO CARROÇEIRO: CAVALOS

 No Campus da USP de Pirassununga, Projeto Carroceiro oferece tratamento a cavalos utilizados em carroças.


Promover a saúde e o bem-estar dos cavalos utilizados em carroças, garantindo melhores condições de trabalho, é o ponto chave do Projeto Carroceiro, realizado na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos de Pirassununga (FZEA) da USP, em Pirassununga. A iniciativa tem papel social junto aos carroceiros, trabalhadores que têm o cavalo e a carroça como fonte de subsistência na cidade. Ao mesmo tempo, o projeto contribui com a formação dos futuros médicos veterinários, pois oferece material para que os alunos e residentes possam desenvolver suas habilidades em clínica e cirurgia de equídeos.


As ações oferecidas pelo projeto, coordenado pela professora Renata Gebara Sampaio Dória, constituem-se de intervenções veterinárias, dentre as quais controle parasitológico, exame e tratamento ginecológico (diagnóstico de gestação e afecções do trato reprodutivo), do tratos gastro-intestinal, músculo-esquelético e respiratório, feridas e doenças de pele, além de exames complementares, como laboratoriais e radiográficos. Também foram realizados de tratamentos clínicos e cirúrgicos e orientação em relação às condições sanitárias e manejo dos animais.


Na primeira etapa do projeto, no último dia 22 de outubro, foram realizados 17 atendimentos e 25 cadastramentos. Na segunda, em 19 de novembro foram realizados 40 atendimentos e cadastramentos. Os animais foram atendidos aos sábados, porém, durante a semana, foram realizados atendimentos e acompanhamentos dos animais cadastrados no projeto e que necessitavam de supervisão diária, realização de medicações prescritas ou atendimento emergencial.


Tratamento
Todos os animais atendidos foram desverminados e avaliados clinicamente. Foi realizado combate de carrapatos e curativo de feridas. Quando apresentavam outros problemas, como manqueira, tosse, secreção nasal, inchaço em membros, problemas oftálmicos, foram realizados os procedimentos específicos para cada afecção.


Os membros da equipe do projeto conversaram bastante com os donos dos cavalos, explicaram a importância de alimentar bem o animal e tratá-lo com carinho. As propostas foram bem recebidas pelos proprietários dos animais.
A maioria dos animais apresentavam manqueira, dor muscular, secreção ocular e nasal. Isso acontece devido ao fato de trabalharem carregando muito peso junto à poluição dos carros e ao asfalto.


Os animais atendidos na primeira etapa voltaram muito melhores na segunda etapa. Estavam mais gordos, com pelo liso e muito mais bem cuidados. Os objetivos do projeto foram atingidos, pois os cavalos foram ajudados, sendo possível proporcionar aprendizado aos alunos.

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